jun 19

#comofas um show de desfile!

Sábado passado, 6 horas da matina, estávamos nós fora da cama quentinha, nos preparando felizes e ansiosas para a maratona de trabalho que viria logo em seguida por toda a manhã. Pode parecer uma incongruência gigantesca o que estamos falando para vocês mas a verdade é que trabalhar e participar de um desfile da Cavalera é sempre uma felicidade!

Vocês já devem ter reparado, entre uma notícia ou outra do SPFW, que os desfiles da Cavalera são sempre um acontecimento na semana de moda. A marca sempre prezou pela irreverência e já desfilou nos lugares mais inusitados, desde Rio Tietê até minhocão. Cada ano é uma surpresa e dessa vez não poderia ser diferente. O palco da apresentação da nova coleção primavera-verão 2012 chamada Salvador Rocks, inspirada na cidade de Salvador, foi um ferro Velho chamado Ciclo Aço localizado no bairro da Mooca em São Paulo.

Estranho? Maravilhoso!!! Vocês não imaginam a beleza que foi aquela manhã linda de sol em meio à ferragens, lixos e trens abandonados. Sem contar as loucuras, né?! Anjos albinos inspirados no filme Asas do Desejo, do diretor alemão Wim Wenders recepcionavam os convidados e abençoavam a loucura do alto de seus altares de sucata, vestidos de preto.

Os modelos adentraram a passarela do lixo ao som de Raul Seixas, Sidney Magal, Bob Marley e o barulho de máquinas pesadas que deram ritmo ao caminhar de deuses e deusas da beleza, ricos, bem vestidos e maquiados, passando inveja e instigando a cobiça em meros e comuns mortais.

A festa terminou com um manifesto de estilistas pedindo ao governo brasileiro para que dê mais atenção à moda brasileira que se tornou pouco competitiva com o mercado internacional por causa do impostos altíssimos. Além do que todo mundo viu, pudemos acompanhar também o backstage do evento e mostrar para vocês um pouquinho do que rola por trás das cortinas. Olha só…

 

E assim termina o glorioso dia de trabalho da #comofas no SPFW! Muito aprendizado, muita história para contar e dois sorrisões no rosto! 

 

jun 12

Mixtape #Dia dos Namorados /// Comofas Comunicação

 Por Gustavo Stevanato

O amor é cego, mas escuta lá de longe. E não importa mesmo onde ele está, se você e ele são um desses sentimentos que vieram à tona no dia de hoje, vão gostar demais da Mixtape especial da #Comofas Comunicação para o Dia dos Namorados. Uma playlist carinhosa para vocês que compraram um maço de rosas no mercado logo pela manhã; ou embrulharam a caixa de bombons no papel de presente do Magazine Luiza e, ainda assim, não descartam até o fim do dia a possibilidade de mandar uma telemensagem no trabalho do namorado. Nós não nos esquecemos de vocês, pombinhos. Mas se você não sabe o que é o amor ainda, neném, não se machuque. Ouça nossa mixtape, tudo ficará bem. Há muito amor no mundo agora. Aproveitem. Beijos no coração. 

mai 23

Mixtape #1 /// Comofas Comunicação

 Por Vinicius Alvares / Gustavo Stevanato
 

Nada de bolo de fubá com cafezinho ou leite com biscoitinhos. Hoje é dia de chá de fita aqui na #Comofas Comunicação Blog. Estréia hoje na virada britânica do dia uma nova secção no blog para você bater os pires das xícaras na mesa. E não vai ter café com leite. Toda semana vocês irão ver por aqui uma lista com as faixas mais novas das suas próximas bandas preferidas ou uma seleção temática para você não perder o fio da meada do mundo no meio dos fones de ouvidos.  A Mixtape #1 está de dar nó na orelha na molecada que usa K7 para fazer rabiola de pipa. Toca aí!  

 

mai 17

Just an old man in a young girl’s world.

 

Por Vinícius Alvares!

Há uma infinidade de definições que podem ser utilizadas para caracterizar a música feita em tempos tão delicados. “Interessante” não é das mais recorrentes. Qualquer tentativa de sinalizar intenções levemente diferentes são bem vindas. Mas ler um release anunciando uma mistura de country com dubstep é capaz de fazer o mais PRAFRENTEX correr, de constranger até Dr. Jairo Bauer. Vamos aos fatos: Daughn Gibson era baterista de uma banda de stoner, o Pearls and Brass. Segundo: O cara era um CAMINHONEIRO. Porra, isso sim é interessante.

Depois de uma provável treta sobre “diferenças criativas” (sempre um belo eufemismo), Gibson traz sobre as costas “All Hell”, sua primeira tentativa solo. Entre baterista e crooner, alguns loops, synths e a escuridão.

Digno de um barítono que remete a mestres como Johnny Cash, Nick Cave, Scott Walker e Stephin Merritt, Daughn deve conhecer a noite de cabo a rabo; uma relação estranha, simbiótica. Uma companhia agradável, como na melodia de “In The Beginning”. Ou uma luta para não ser engolido, como em “Lookin’ Back On 99”. Isso aqui é Cash numa bad trip. De algo bem tóxico, tipo chá de Basf K7 Chrome. “Bad Guys” é praticamente um filme do Lynch protagonizado pelo Peter Steele, que dirige pela madrugada delirando em arrebite.

Pesado. Mas o disco também tem seus respiros. “Dandelions” é uma parada no Clube Irmão Caminhoneiro Shell. De levada Western, finalmente dá pra saber como é ser o Sundance Kid atrás de um sintetizador.

É aí que chega a paulada. É uma cilada, Bino. “All Hell”. No prólogo, um guri morimbundo suplica pela avó. Ela sim, sabe rezar. Seus pais não manjam nada de Jesus. Corte para batida marcada, violoncello dramático: “It’s a long way down”, avisa Gibson. Por favor, alguém traga a avó dessa criança.

E assim se faz uma bela surpresa. Sem hype algum, do meio do nada, surge um dos discos do ano. Dentro um subgênero que garante um bacharelado hipster a qualquer um que se dispor a ouvir: Country-Dubstep Trucker. Só me resta aguardar com ansiedade pelo próximo disco da Sula Miranda.

mai 2

Trabalho, trabalhadores e suas Intersecções

Dizem que se trabalhar fosse bom ninguém te pagava para isso. Pois bem, tem trabalhos e projetos que são tão legais, tão interessantes ao nosso gosto ou aprendizado, que acabamos fazendo realmente porque gostamos, sem pensar em uma recompensa financeira. Vamos além desse pequeno e importante detalhe na busca por uma realização pessoal e na esperança de que posteriormente a recompensa nos encontre.

Essa ideia nunca foi tão forte quanto no ambiente da internet em que, pelo menos teoricamente, todos temos espaço e vez. Nossas vontades, preferências e gostos viram belos projetos, sejam eles blogs, portais, ensaios, aplicativos, campanhas… Em resumo: conteúdo! E estes conteúdos que dão tanto trabalho para serem produzidos, com o tempo, muita dedicação e vontade, nos rendem contatos, amigos, reconhecimento do público, jobs, empregos e… dinheiro!

Em homenagem ao dia do trabalho e a todas as pessoas e projetos que fazem da labuta algo muito maior, fizemos o Intersecções, um ensaio fotográfico de moda com os blogs/blogueiros parceiros da #comofas, como uma singela homenagem a todos que produzem e trabalham no ambiente virtual por amor.

Nosso muito obrigada a todos os envolvidos que trabalharam muito nesse projeto, cada um com a sua especialidade, mesmo sabendo que não haveria dindim envolvido. Aquele dia de sábado de sol escaldante e depois chuva torrencial foi para nós quase uma orgia trabalhística grupal.

 Esperamos que gostem do resultado! :)

Gostou? Então fique ligado que ainda postaremos sobre tudo do ensaio: referência de moda, maquiagem, making of em vídeo, Street Style dos blogueiros e muito mais!

abr 27

#comofas na larica – Arroz com anéis de lula

Prato bonito e gostoso!

O #comofas na Larica de hoje está muito phyno! Nesse fim de semana, se liberte de preconceitos gastronômicos e prepare para o seu benzão uma iguaria deliciosa do mar: lula. Essa receita fácil e delícia foi inventada pelo casal de amigões Grazi e Edupanet, sucesso absoluto aqui na #comofas. Vamos ao trabalho.

Ingredientes:

- 200 gr de anéis de lula

- 1 Cebola roxa

- 1 tomate picados em semente

- 5 dentes de alho

- 2 xícaras de arroz cozido (durinhos)

- Azeite 

- Limão

- Cebolinha verde picada

- Sal e pimenta a gosto

 

#comofas?

Tempere os anéis de lula com limão sal e pimenta a gosto e reserve deixando marinar por 15 minutos.

Enquanto isso, prepare o arroz normalmente deixando que ele fique um pouquinho mais duro (menos cozido) que o normal porque depois você ainda vai misturá-lo ao outros ingredientes.

Em uma frigideira, refoque  no azeite as cebolas, os dentes de alho espremidos e os tomates. Acrescente os anéis de lula já temperados e cozinhe/frite por no máximo 5 min porque mais que isso ela fica elástica.Desligue o fogo e misture então o arroz mais durinho já cozido com o resto dos ingredientes ainda na frigideira.

E é só! Está prontinha a Larica phyna da semana! Para quem gosta, pode-se adicionar aspargos junto a lula que fica uma delícia.

E para quem, desde sempre, sofre para fazer um arroz branco gostosinho, se prepare que logo logo vai ter um post especial só para aprender a fazer arroz cheio de truques e dicas para deixar ele no ponto. Beijos e boa lula para vocês!

 

abr 26

Arte no cotidiano – os fantásticos objetos de Gilbert Legrand.

Como alguns de vocês já devem ter visto em nosso Facebook, a #comofas fechou um contrato ontem para produzir conteúdo de moda e design para o blog do Santana Parque Shopping em parceria com a agência de comunicação em eventos As Marias. Pensa em umas meninas fofas, trabalhadeiras e parceironas!?! Além da felicidade em fechar uma bela parceria dessas, todo novo trabalho traz consigo muita inspiração para as nossas vidas pessoais.

E foi assim, na busca de referências para o novo trampo, que conhecemos esse artista francês sensacional, Gilbert Legrand. 

A imaginação desse artista leva beleza ao cotidiano transformando objetos do dia a dia em personagens carismáticos, de belíssimas formas, encantadores! 

Ele usa de tudo! Alicates, cabides, escovas, pás, torneiras, pincéis, abridores de vinho.. Absolutamente tudo! E vocês nem imaginam o quão bonito fica. Escolhemos aqui algumas de suas artes só para dar vontade em vocês de conhecerem todo o resto.

 

 

 

 

 E acreditem, é uma delícia passear pelo portfólio do cara e se surpreender a cada objeto. Gostou? É só acessar aqui!

abr 24

Cachalote – a baleia bonita por fora e feia por dentro

Por Caio De Freitas Paes

 

Lá se vão quase dois anos do lançamento de uma das obras mais ousadas e importantes para o quadrinho nacional contemporâneo: Cachalote, escrita por Daniel Galera – proeminente romancista nacional da atualidade – e desenhada pelo polivalente Rafael Coutinho, a obra é inovadora por conta de seu investimento. Entendam: lançada pela Quadrinhos na Cia., Cachalote representava unir dois nomes promissores em um projeto quadrinístico ambicioso (são quase 300 pgs.), com uma obra de temática adulta e com tempo e liberdade criativa de sobra. Esta ramificação da Cia. das Letras ainda começava a trilhar seus passos editoriais aqui no país – hoje, em 2012, o selo tem nomes fortes sob sua alçada, como Joe Sacco, Chris Ware, Will Eisner, Art Spiegelman, Hergé, Marjane Satrapi. Tudo que envolvia Cachalote era grandioso, e parece ter dado certo. A QnC cresceu muito, e a obra foi muito discutida e lida à época de seu lançamento. Só há um problema: Cachalote não funciona.

Não vou me adentrar nos arcos de personagens contidos no livro – a obra segue esta linha de diversos personagens de origens e objetivos distintos terem pontos em congruência. Há boas histórias ali, não duvido – a parte do rapaz que é adepto de bondage foi a que mais me chamou atenção -, mas há uma pretensão de roteiro que Galera e Coutinho não alcançam. A trama se arquiteta de maneira convencional, se formos atentos: há um equilíbrio entre as histórias, não há uma que seja mais privilegiada, e seus clímaxes e anti-clímaxes também são uníssones. O traço de Coutinho é bem atrativo: irregular, semi-rabiscado, com muitos jogos de sombra e constrastes (a HQ é em PB). Mas, como um todo, Cachalote me parece artificial. Um conjunto de trajetórias que deveria manter um tom similar do início ao fim, mas que peca, por vezes, por personagens pouco carismáticos. E, há de se destacar, o início e fim da obra estão completamente enxertados, numa tentativa qualquer de dar tons de surrealismo ou “pseudo-cultismo” à HQ. De certa forma, tanto Galera quanto Coutinho não conseguiram evitar o que cercava a produção de Cachalote. Uma HQ nascida com um propósito pré-determinado, voltada para um público específico, com debates na FLIP e outras jogadas de marketing. O tiro não saiu, como um todo, pela culatra. A QnC está forte, como fora ambicionado; Cachalote foi lido por muita gente e discutido também, claro. Mas a baleia que se aproximou do litoral para chamar atenção, no fim das contas, encalhou. E não acho que sairá dali. 

abr 18

Bob Dylan em Brasília: carência e hits

Por Jairo Macedo Júnior

Quando passou pelo Rio de Janeiro, na primeira de seis apresentações que fará no Brasil, Bob Dylan foi “acusado” de ter feito um show “morno e sem hits”. Na noite da última terça-feira, Bob passou também por Brasília e confirmou o que já era possível intuir a respeito: carência é uma merda mesmo. Não é uma afirmação das mais sutis, confesso até que bem pouco inteligente, mas não me vem outra no momento. Essa mania que se tem de criticar alguém que, aqui nestas terras ou em qualquer lugar do planeta, faz o seu show, como entende que dever ser feito, e pronto. Nos intervalos entre as quase 20 músicas do set list brasiliense, Bob Dylan não conversou uma vez sequer com a plateia do ginásio Nilson Nelson e não esboçou nenhum gesto especial de simpatia. Não precisava.

O velho Dylan vem revestindo suas músicas, novas e antigas, com algo meio rock, levemente country e essencialmente blues. Dentro deste universo, abdicou da tarefa de cantar seus versos. Prefere adotar um jeito quase falado de soltar a pouca voz que lhe sobra. De terno e chapéu, domina o palco mais como um mestre de cerimônias de si mesmo do que propriamente como um cantor. Não é segredo para ninguém que ele não tem mais alcance algum de voz, pelo qual vem sendo constantemente criticado, mas veja só: esse alcance, meu amigo, jamais existiu. O que sempre houve, e parece eterno na mitologia Dylan, é a propriedade com que usou sua voz falha, porém certeira. Com ela, desfila seus hits de forma desacelerada e, como faz também desde sempre, guarda pouca fidelidade com aquilo que foi registrado nos discos.

Chega a ser engraçado a ânsia de participação quando, por exemplo, chega o refrão de “Like a Rolling Stone” e o público quer cantar como está lá, na gravação presente em Highway 61 Revisited. Só que o show não é, e nem poderia ser, aquele de 47 anos atrás. O público enche os pulmões pressentindo o refrão, mas ele só vem depois, em tempo diferente e sem a explosão com que ficou eternizado. Paciência. Mesmo hoje, após décadas de carreira, às vezes é difícil para o público, ou mesmo para a crítica, aceitar este paradoxo do sujeito. Em toda canção, Dylan apresenta uma novidade – passa longe das versões consagradas no imaginário popular. Em toda canção, não há novidade alguma – é o mesmo velho Dylan, passando uma rasteira na própria plateia apenas porque quis assim.

E nem há, para ser justo, tantas rasteiras assim. No Rio, Dylan começou com “Leopard-Skin Pill-Box Hat” e “It Ain’t Me, Babe”. Em Brasília, a mesma “Leopard-Skin Pill-Box Hat” e “Don’t Think Twice, It’s All Right”, seguidas por canções como “All Along the Watchtower”, “A Hard Rain’s A-Gonna Fall”, “Highway 61 Revisited” e “Ballad of a Thin Man”. Um conciso apanhado dos primeiros discos, portanto, para fã nenhum resmungar na saída. Tanto que faltou até algum espaço para as canções dos três últimos discos. Destas, os pontos altos foram mesmo as que figuram em Modern Times, de 2006. De lá, Dylan tirou as confrontadoras “Honest with Me” e “Thunder On The Mountain”, além da adorável e pessimista “Spirit on the Water”. Do disco mais recente, apenas “Beyond Here Lies Nothin” deu as caras. No bis – pois é, teve até bis! -, sobrou ainda “Rainy Day Women #12 & 35″, essa sim com a galhofa semelhante àquela original. E foi só. De mais não precisava. “Mais”, aqui, seria preencher carência. E carência, vou repetir, é uma merda.

 

abr 13

#comofas na Larica – Ovo Pedreirão Gourmet

Sabe aquele dia de desespero que você abre a geladeira e ela parece um aquário só que sem peixe? Aí você junta tudo que tem lá é descobre que a única coisa que dá para fazer é um omelete. Eu ODEIO omelete! Grazi que me desculpe (ela fez um post Larica Omelete Delícia dá melhor qualidade que você pode conferir aqui) mas o meu descontentamento vem de longe, é trauma infantil. Sempre quando meu pai viajava minha mãe achava de boa passar dias seguidos fazendo omelete pra gente. Vocês nem imaginam a vontade que dava de chorar quando eu chegava da escola quase 1hr da tarde e encontrava aquela inhaca. CADÊ A CARNE, MÃE?? Não gosto da aparência, não gosto da consistência… Omelete (ainda mais sem recheio nenhum) para mim é medida drástica para matar a fome com muito descontentamento.

Por isso, sempre tentei utilizar os ovos de alguma outra forma para matar a fome. E num é que uma dessas tentativas deu certo demais da conta? Dá uma olhadinha no meu Ovo Pedreirão Gourmet, ótima pedida para pobres jovens famintos.

Tá vendo a gema molinha?? ; )

Para fazer essa maravilha da culinária Larica Total, porção individual, você vai precisar de:

- 2 ovos

- Meia cebola picadinha (eu usei cebola roxa e fica bom demais!)

- Meio tomate s/ semente picado

- Azeitona à gosto picadinha

- Cebolinha picada

- Queijo parmesão ralado

Como fazer?

Fazer o ovo ficar inteiro com gema sem desmanchar né tão fácil não, my friend mas estou aqui para desmistificar a técnica!

Coloque meia colher de manteiga na frigideira e refogue a cebola até ela ficar dourada. Quebre os ovos na frigideira em cima da cebola, um do lado do outro, diminua o fogo ao máximo e deixe fritar até as bordinhas do ovo começarem a ficar douradas e a clara começar a ficar mais branca. É nessa hora que você coloca também o sal à gosto!

Vá adicionando, com carinho e cuidado, o resto dos ingredientes espalhando com a mão mesmo por todo o ovo (com todo o cuidado para não desfazer a gema. Deixe fritar mais um pouco com a frigideira tampada (para que o ovo possa cozinhar direito). Quando toda a extensão da borda estiver bemmm douradinha e a clara estiver branca sem aquele aspecto viscoso, desligue o fogo e utilize duas colheres grandes para transferir o ovo Pedreirão Gourmet da frigideira para o prato.

Tudo isso dura em torno de uns 15 minutinhos. Aí é só incrementar o prato com um pãozinho para molhar na gema mole e pronto! Isso com uma Coca-Cola, hein?! Tenho certeza que vocês vão ADORAR!