Por aí: Hamburgueria 162

mar 23

Neste fim de semana estávamos Eduardo Rizzo e eu procurando algum lugar para jantar nos arredores da Augusta, fugindo dos clássicos BH, Frevo e Kebabel. Descendo a Luis Coelho, agradeci a São Paulo por todas as suas maravilhosas opções de hambúrguer, pois demos de cara com a Hamburgueria 162 (da qual só o Eduardo tinha escutado falar), e como dois carnívoros que se prezem (eu, em especial), resolvemos trocar o prato de comida por um hambúrguer delícia.

Fofo, não?

A Hamburgueria 162 é uma portinha discreta, quase no cruzamento da Augusta com a Luis Coelho. Já gostei de cara do lugar porque tem só essa portinha aí em cima, e pra chegar de fato no salão você precisa subir essa escada – e eu adoro lugares com esse ar meio porão/sótão, me remete a subversão, ou algo do tipo… enfim, enfim…

Escada da minha subversão imaginária

Chegando lá em cima,  ficamos apaixonados! O salão é uma gracinha, um tanto quanto escuro (tanto que só tirei foto-desastre) e pequeno, e com um balcão que dá de frente para a Augusta. Mas a surpresa mesmo foi quando abrimos o cardápio: somente 10 opções de hambúrgueres (nada melhor do que concisão de cardápio para os indecisos como eu), entre elas um vegetariano (com hambúrguer artesanal de abóbora e pão de beterraba), um com queijo brie e cogumelos paris, e o de-li-ci-o-so  872, com shitake e queijo gouda. Ando numa piração tão doida por cogumelo e queijo que nem pensei duas vezes, pedi o 872, e o Eduardo pediu o tradicional 162, que também estava um arraso de delícia.

Estava tão laricada que só consegui tirar foto das migalhas restantes, nesse lugarzinho lindo!

Para beber, além de sucos, refrigerantes e etc, tem Heineken e Bohemia long neck, chopp Devassa e a autêntica Tubaína. E além das bebidas e dos hambúrgueres, também comemos a Batata 162, uma batata em corte rústico, com muita páprica, que vem com dois molhos à sua escolha (pedimos – e eu indico – o 162, a base de mostarda l’ancienne e creme de leite fresco, e o Molho Bravo, a base de tomate levemente picante, mas que, para nós – que comemos pimenta crua de vez em quando – não tinha nada de picante). Mesmo que você não curta hambúrguer (mas deveria!!! haha), vale a pena ir na 162 só por causa dessas batatas!

No final, gastamos cerca de R$33 cada um, que não é aquela barateza de jantar, mas com certeza a qualidade, o sabor e a combinação de ingredientes na medida certa valem cada real gasto! E um outro ponto positivo é que eles também têm delivery!

O único problema de tudo foi que, pela minha já aqui citada fome de dragão louco, só fui lembrar de tirar foto no fim de tudo, por isso peguei a imagem do site dos caras pra vocês pelo menos olharem um hambúrguer!

Mas prometo que voltarei, e aí sim fotografo decentemente e venho mais uma vez alimentar as lombrigas de vocês! Curtiram? Então não perca tempo e compartilhe a nossa dica!

 

Serviço

Hamburgueria 162

Onde: Rua Luis Coelho, 162 (na esquina com a Augusta) – eles também têm uma loja em Moema.

Quanto: R$35 por pessoa (em média)

Porque: Pelo Hambúrguer 162, com crosta de parmesão, pelo 872, com shitake e queijo gouda, e especialmente pela Batata 162, rústica com páprica

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#comofas na larica: omelete delícia!

mar 2

Se tem uma coisa que nós da #comofas entendemos é de larica! Desde as mais demoradas (como o creme de abóbora que vou mostrar para vocês, assim que frio chegar) até as mais rápidas (como o miojo com Torcida dos men..#NOT)!

E neste carnaval aproveitei a semana mais tranquila para fazer as duas coisas que mais gosto: cozinhar e comer! Só que, mesmo com mais tempo, tem momentos que a larica bate forte e parece que não dá para esperar nem mesmo um arroz ficar pronto. E é nessas horas que o espírito reaproveitador aparece e ajuda a transformar um monte de coisa sem ligação num rango delicioso! E foi em um momento tenso desses que rolou esse maravilhoso omelete repleto de sabores!

Para duas pessoas (entre elas eu, com a minha eterna fome de dragão), usei cinco ovos (falei pro Eduardo Rizzo que foram só quatro, mas acho que serei desmascarada agora). Na geladeira, eu tinha um pouco de parmesão ralado, um pedaço meio velho de queijo gorgonzola (a capinha mais durinha, ignorada por todos) e um pouco de couve refogada (da lentilha de algum dia da semana), o que juntei com um tomate sem sementes picadinho. Para o meu gosto, não precisou de mais sal, porque os queijos já são salgados o suficiente, mas vai de pessoa mesmo.

Você pode colocar praticamente tudo que tem na sua geladeira no omelete. Os queijos são sempre bem-vindos, especialmente os de sabor mais forte, como gorgonzola, roquefort, parmesão, mas o queijo minas fresco fica uma maravilha, especialmente com orégano. Verduras escuras, como brócolis, couve e rúcula são uma ótima pedida, inclusive os talos! Você pode guardar os talos refogados quando não for usar em outras receitas para fazer omeletes, aquele durinho deles dá uma textura incrível ao prato.

Voltando ao prato, depois de bater por um minuto, mais ou menos, despejei na frigideira com azeite, ligeiramente pré-aquecida. Para virar esse trambolho todo de uma vez, o truque é virá-lo em um prato grande e depois escorregar o omelete de volta para a frigideira.

A impressão é que deu tudo errado, mas fiquem tranquilos que no final vai ficar uma gostosura! Agora vocês já sabem, bateu a larica, junta tudo com alguns ovos que a delícia é certa!

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